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Faturamento de Convênio Odontológico: Checklist Mensal Completo

Rotina diária, semanal e de fechamento para enviar guias TISS sem glosa e receber no prazo

16 min de leitura por Equipe Transfermed
Faturamento de Convênio Odontológico: Checklist Mensal Completo

Faturar convênio odontológico sem rotina organizada é o caminho mais curto para deixar dinheiro na mesa. Guias enviadas fora do prazo, campos preenchidos errado, documentação ausente: cada falha dessas vira glosa, e cada glosa é atendimento feito que não entra no caixa. Este checklist resolve isso. Ele divide o trabalho em tarefas diárias, semanais e de fechamento mensal, de modo que nenhum detalhe escape e o lote saia correto no primeiro envio.

O objetivo é simples: você imprime este checklist, cola na recepção ou salva no computador da faturista e começa a usar já na próxima segunda. No final do artigo, há um modelo resumido pronto para impressão.

O que é o faturamento de convênio odontológico e por que ele exige rotina

Faturamento de convênio odontológico é o processo de comunicar à operadora de plano os procedimentos realizados em beneficiários, solicitar o pagamento e acompanhar o recebimento. Na prática, isso significa preencher guias TISS, enviar lotes dentro do prazo, monitorar glosas e fazer recursos quando necessário.

Clínicas perdem dinheiro sem processo organizado por três razões principais. Primeira: guias preenchidas com erro são glosadas, e muitas vezes ninguém percebe ou contesta a tempo. Segunda: guias esquecidas em gavetas ou pastas no computador perdem o prazo de envio e simplesmente não são pagas. Terceira: sem conciliação, a clínica não sabe se o valor depositado confere com o que foi enviado.

A diferença entre faturar paciente particular e faturar convênio é burocrática. No particular, o pagamento acontece no ato ou em parcelas combinadas diretamente com o paciente. No convênio, existe uma terceira parte (a operadora) que só libera o valor após validar que o atendimento foi autorizado, que o beneficiário estava elegível e que a documentação está correta. Esse ciclo pode levar de 30 a 90 dias.

No centro desse ciclo está a guia TISS. TISS significa Troca de Informações em Saúde Suplementar, padrão definido pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) para padronizar a comunicação entre prestadores e operadoras. Sem guia TISS válida, não há faturamento. Por isso, dominar o preenchimento e o envio dessas guias é o primeiro passo para um caixa previsível.

Prazos que você não pode perder: quando enviar as guias TISS

Cada operadora de plano odontológico define seu próprio calendário de fechamento. A maioria trabalha com ciclos mensais, exigindo que o lote de guias seja enviado até o dia 10 ou 15 do mês seguinte ao atendimento. Algumas operadoras aceitam envios até o dia 20; outras, apenas até o dia 5. Não existe regra única.

A consequência de perder o prazo é direta: a guia é recusada por extemporaneidade, e o atendimento não é pago. A clínica já consumiu insumo, tempo do profissional e ocupou a cadeira. Se a guia não entra no lote, esse custo vira prejuízo.

Para não errar, mantenha uma planilha ou documento com o prazo de cada convênio que a clínica atende. A informação costuma estar no contrato com a operadora, no manual do prestador ou no portal do credenciado. Sempre que uma nova operadora for credenciada, a primeira tarefa é registrar a data de corte do lote.

Dica prática: configure alertas no celular ou no sistema de gestão para três dias antes do fechamento de cada operadora. Esse lembrete dá tempo de revisar as guias pendentes e corrigir problemas.

Checklist diário: o que fazer a cada atendimento de convênio

O faturamento começa no momento em que o paciente senta na cadeira, não no fim do mês. Cada atendimento de convênio exige ações imediatas para garantir que a guia estará pronta e correta quando o lote for fechado.

  • Conferir elegibilidade e validade da carteirinha. Antes de iniciar o procedimento, verifique se o plano do paciente está ativo e se cobre o procedimento agendado. Isso evita atender e descobrir depois que a operadora não vai pagar.
  • Verificar se o procedimento exige autorização prévia. Alguns procedimentos, como próteses, ortodontia e cirurgias, só são pagos se houver autorização emitida antes da execução. Sem ela, a guia será glosada.
  • Preencher a guia TISS logo após o atendimento. Deixar para depois multiplica erros. A memória falha, detalhes se perdem, e o acúmulo de guias no fim do mês vira correria.
  • Anexar documentos exigidos. Radiografias, fotos intraorais, justificativas clínicas: tudo que a operadora pede para liberar o pagamento deve ser digitalizado e vinculado à guia no mesmo dia.
  • Coletar assinatura do paciente na guia. A assinatura confirma que o procedimento foi realizado. Guia sem assinatura pode ser glosada por falta de comprovação de atendimento.

Esse conjunto de tarefas leva poucos minutos por paciente, mas evita horas de retrabalho no fechamento.

Checklist semanal: conferência e organização das guias

Uma vez por semana, a faturista (ou o responsável pelo faturamento) deve revisar todas as guias geradas nos dias anteriores. O objetivo é identificar e corrigir problemas enquanto ainda há tempo.

  • Revisar todas as guias preenchidas na semana. Abra cada guia e confira se os campos obrigatórios estão completos.
  • Conferir código TUSS correto para cada procedimento. O código TUSS (Terminologia Unificada da Saúde Suplementar) identifica o procedimento de forma padronizada. Código errado ou inexistente gera glosa automática. Consulte a lista de procedimentos odontológicos sempre que houver dúvida.
  • Verificar se dados do beneficiário e do profissional estão completos. Nome, número da carteirinha, data de nascimento, número do CRO do dentista: qualquer divergência pode travar a guia.
  • Separar guias que ainda aguardam autorização. Se a autorização prévia não chegou, a guia não pode entrar no lote. Mantenha essas guias em pasta separada e cobre a operadora.
  • Identificar e corrigir erros de preenchimento antes do fechamento. É mais fácil corrigir agora do que descobrir a glosa 60 dias depois.

Essa revisão semanal transforma o fechamento mensal em tarefa rápida, porque a maior parte do trabalho já está feita.

Checklist de fechamento mensal: preparando o lote para envio

O fechamento mensal é o momento de reunir todas as guias do período, validar o lote e enviar para cada operadora. Siga esta sequência:

  1. Definir a data limite para inclusão de guias no lote do mês. Se a operadora aceita guias até o dia 10, sua data de corte interna deve ser o dia 8, para ter margem de correção.
  2. Fazer conferência final. Revise campos obrigatórios, assinaturas e anexos de todas as guias que entrarão no lote.
  3. Validar o XML TISS. Se o envio for eletrônico (XML), rode a validação de schema antes de transmitir. Erros de estrutura travam o lote inteiro.
  4. Enviar pelo portal da operadora ou sistema de gestão. Cada operadora tem seu canal. Algumas aceitam upload de XML; outras exigem digitação no portal. Sistemas de gestão como o Transfermed podem gerar o arquivo TISS integrado ao prontuário, reduzindo digitação e erro.
  5. Guardar protocolo de envio. O protocolo é a prova de que o lote foi transmitido dentro do prazo. Salve em pasta organizada por operadora e mês.

Após o envio, acompanhe o status do lote no portal da operadora. Algumas dão retorno em 24 horas; outras, em até cinco dias úteis.

Como conferir se a guia TISS está preenchida certo (passo a passo)

A guia TISS odontológica segue o padrão definido pela ANS. As mais usadas são a Guia de Consulta (para consultas simples) e a Guia SP/SADT (para procedimentos clínicos, cirúrgicos, exames e tratamentos). Cada uma tem campos obrigatórios que, se ausentes ou errados, geram glosa.

Campos obrigatórios da Guia de Consulta

  • Número da guia (gerado pela operadora ou pelo prestador, conforme contrato)
  • Data de autorização e validade da senha (quando aplicável)
  • Dados do beneficiário: número da carteirinha, nome completo, data de nascimento
  • Dados do contratado executante: código na operadora, nome, CNPJ ou CPF
  • Dados do profissional executante: nome, conselho (CRO), número do registro, UF
  • Data do atendimento
  • Tipo de consulta e código do procedimento
  • Assinatura do beneficiário

Campos obrigatórios da Guia SP/SADT

Além dos campos acima, a Guia SP/SADT inclui:

  • Indicação clínica (diagnóstico ou motivo)
  • Código TUSS de cada procedimento realizado
  • Quantidade executada
  • Dente ou região (quando aplicável)
  • Observações e justificativas técnicas

Erros mais comuns

  • Número de carteirinha digitado errado (um dígito trocado já invalida)
  • Código TUSS inexistente ou incompatível com odontologia
  • Data de atendimento divergente da data de autorização
  • Falta de assinatura do paciente
  • Profissional sem CRO ativo ou com número errado

Checklist de 10 pontos para validar a guia antes de incluir no lote

#Item a conferirOK?
1Número da carteirinha confere com o cadastro do paciente
2Nome do beneficiário está escrito corretamente
3Data de nascimento confere
4Plano está ativo e cobre o procedimento
5Código TUSS existe e corresponde ao procedimento executado
6Data do atendimento está correta
7Autorização prévia foi obtida (quando exigida)
8CRO do profissional está preenchido e ativo
9Documentos anexos estão legíveis
10Assinatura do paciente está presente

Exemplo prático: uma guia com código TUSS 81000065 (restauração em resina) preenchida para um paciente cujo plano só cobre procedimentos preventivos será glosada por cobertura. Se o código fosse 81000049 (aplicação de selante), estaria coberto. O erro de código transforma atendimento pago em prejuízo.

Erros que viram glosa: os 8 motivos mais frequentes em odontologia

Glosa é a recusa total ou parcial do pagamento de uma guia pela operadora. Pode ser administrativa (erro de preenchimento ou prazo) ou técnica (incompatibilidade clínica). Conhecer os motivos mais frequentes ajuda a evitá los antes do envio.

1. Glosa por elegibilidade

O beneficiário não estava com o plano ativo na data do atendimento, ou o procedimento não está na cobertura contratada. Solução: conferir elegibilidade antes de atender.

2. Glosa por falta de autorização prévia

Procedimentos como próteses, implantes e ortodontia costumam exigir senha de autorização. Sem ela, a operadora nega o pagamento mesmo que o procedimento esteja correto. Solução: solicitar autorização antes de executar.

3. Glosa por código TUSS incorreto ou inexistente

O código informado não existe na tabela TUSS ou não corresponde ao procedimento descrito. Solução: usar a tabela oficial e conferir na lista de procedimentos odontológicos.

4. Glosa por dados incompletos ou divergentes

Nome do paciente diferente do cadastro na operadora, carteirinha com dígito errado, CRO do profissional ausente. Solução: validar os 10 pontos do checklist acima.

5. Glosa por falta de documentação comprobatória

Procedimentos como endodontia e cirurgia frequentemente exigem radiografia pré e pós. Se a imagem não foi anexada, a guia é glosada. Solução: digitalizar e anexar no dia do atendimento.

6. Glosa por duplicidade de cobrança

A mesma guia foi enviada duas vezes, ou o mesmo procedimento foi cobrado em guias diferentes para o mesmo paciente e data. Solução: revisar o lote antes do envio para identificar duplicidades.

7. Glosa por prazo de envio excedido

A guia foi transmitida após a data de corte da operadora. Solução: respeitar o calendário de fechamento de cada convênio.

8. Glosa técnica

O auditor da operadora entende que o procedimento não é compatível com o diagnóstico, ou que a quantidade cobrada excede o razoável. Exemplo: cobrar quatro restaurações no mesmo dente em um único atendimento. Solução: justificar clinicamente na guia e manter prontuário detalhado. Para se aprofundar em como contestar esse tipo de recusa, veja o artigo sobre como recorrer de glosa de convênio.

O que fazer quando o convênio atrasa o pagamento

Pela regulamentação da ANS, as operadoras têm prazos para efetuar o pagamento após o recebimento do lote. O prazo padrão é de até 30 dias, mas pode variar conforme o contrato. Se o pagamento não cair na data esperada, siga este roteiro:

  1. Consulte o status do lote no portal da operadora. Verifique se o lote foi processado, se há guias pendentes de análise ou se alguma foi glosada.
  2. Identifique o motivo do atraso. Pode ser glosa parcial, pendência documental ou simplesmente demora no processamento.
  3. Abra solicitação junto à operadora. Use o canal oficial (portal, e mail ou telefone) e registre protocolo de atendimento.
  4. Documente tudo. Guarde protocolos, e mails e capturas de tela. Esse histórico será necessário se a situação escalar.
  5. Acione a ANS se o prazo legal for descumprido. A reclamação pode ser feita pelo site da ANS ou pelo telefone 0800 701 9656. A operadora é notificada e tem prazo para responder.

Manter registro organizado dos envios e protocolos facilita a cobrança e demonstra à operadora que a clínica acompanha de perto o ciclo financeiro.

Como fazer recurso de glosa e recuperar valores

Nem toda glosa é definitiva. Se a clínica entende que a recusa foi indevida, pode apresentar recurso de glosa dentro do prazo estipulado pela operadora, geralmente entre 30 e 60 dias após a notificação.

Passo a passo para recurso

  1. Identifique o motivo da glosa. A operadora informa um código ou descrição. Entenda exatamente o que está sendo questionado.
  2. Reúna documentos de suporte. Prontuário, radiografias, fotos, termo de consentimento, cópia da guia original, protocolo de envio.
  3. Redija justificativa técnica. Explique, de forma objetiva, por que o procedimento foi necessário e por que a glosa não procede. Use linguagem clínica, cite o diagnóstico e a conduta.
  4. Envie pelo canal indicado pela operadora. Pode ser portal, e mail ou formulário físico. Guarde protocolo.
  5. Acompanhe o prazo de resposta. Se a operadora não responder no prazo, registre nova solicitação e, se necessário, acione a ANS.

Quando vale a pena insistir

Avalie o valor em jogo e o tempo necessário para o recurso. Glosas de baixo valor e alta complexidade de comprovação podem consumir mais recursos do que o retorno financeiro. Já glosas recorrentes sobre o mesmo motivo indicam problema de processo: corrija a origem para não repetir.

Como um sistema de gestão ajuda a não perder prazos e reduzir glosas

Um sistema de gestão integrado transforma o faturamento de convênios de tarefa burocrática em processo controlado. Veja como:

  • Preenchimento de guias TISS integrado ao prontuário. Os dados do paciente, do profissional e do procedimento já estão no sistema. A guia é preenchida automaticamente, reduzindo digitação e erro.
  • Alertas de prazo. O sistema avisa quando a data de corte de cada operadora está chegando, evitando guias esquecidas.
  • Conferência automática de campos obrigatórios. Antes de incluir a guia no lote, o sistema valida se todos os campos exigidos estão preenchidos.
  • Histórico de envios e protocolos centralizados. Tudo fica registrado em um lugar só, facilitando consulta e cobrança.
  • Painel de faturamento. Visão do que foi enviado, pago e glosado, permitindo agir rapidamente sobre pendências.

O Transfermed, por exemplo, oferece faturamento de convênios e guias TISS integrado aos demais módulos. O prontuário, a agenda e o financeiro conversam entre si, de modo que a informação flui sem retrabalho. Isso reduz glosas por erro de preenchimento e dá mais previsibilidade ao caixa. Se você quer entender como calcular o impacto financeiro de atender convênio na sua clínica, vale conferir o artigo convênio ou particular: qual dá mais lucro na clínica.

Modelo de checklist mensal para imprimir ou salvar

Use este modelo resumido como guia de referência. Imprima e cole na recepção ou salve em pasta compartilhada.

Tarefas diárias (a cada atendimento de convênio)

  • Conferir elegibilidade e validade do plano
  • Verificar necessidade de autorização prévia
  • Preencher a guia TISS logo após o atendimento
  • Anexar documentos exigidos (radiografias, fotos)
  • Coletar assinatura do paciente

Tarefas semanais

  • Revisar todas as guias da semana
  • Conferir código TUSS de cada procedimento
  • Verificar dados do beneficiário e do profissional
  • Separar guias aguardando autorização
  • Corrigir erros de preenchimento

Tarefas de fechamento mensal

  • Definir data de corte interna (2 dias antes do prazo da operadora)
  • Fazer conferência final: campos, assinaturas, anexos
  • Validar XML TISS (se envio eletrônico)
  • Enviar lote pelo portal ou sistema
  • Guardar protocolo de envio
  • Acompanhar status do lote nos dias seguintes

Tabela de controle de prazos por operadora

OperadoraPrazo de envioCanal de envioProtocolo do mês
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Adapte este modelo à realidade da sua clínica. Se você atende muitas operadoras, considere usar um sistema que centralize os envios e protocolos em um único painel. Para organizar outros documentos além das guias, veja o artigo sobre como organizar documentos da clínica com GED.

Perguntas frequentes

Qual o prazo para enviar as guias TISS para o convênio odontológico?

O prazo varia por operadora, geralmente entre o dia 5 e o dia 15 do mês seguinte ao atendimento. Consulte o contrato ou o manual do prestador de cada convênio e mantenha uma tabela atualizada com as datas de corte.

Como saber se a guia TISS está preenchida corretamente?

Confira os 10 pontos do checklist: número da carteirinha, nome do beneficiário, data de nascimento, elegibilidade, código TUSS, data do atendimento, autorização prévia, CRO do profissional, documentos anexos e assinatura do paciente. Se todos estiverem corretos, a guia está pronta para o lote.

O que fazer quando o convênio atrasa o pagamento das guias?

Consulte o status do lote no portal da operadora, identifique o motivo do atraso, abra solicitação com protocolo e documente tudo. Se o prazo legal for descumprido, registre reclamação na ANS.

Quais os erros mais comuns que causam glosa em odontologia?

Elegibilidade vencida, falta de autorização prévia, código TUSS errado, dados incompletos, falta de documentação, duplicidade de cobrança, prazo de envio excedido e incompatibilidade entre procedimento e diagnóstico.

Como fazer recurso de glosa junto à operadora?

Identifique o motivo da glosa, reúna documentos de suporte (prontuário, radiografias, guia original), redija justificativa técnica objetiva e envie pelo canal indicado pela operadora dentro do prazo, geralmente de 30 a 60 dias.

Preciso de autorização prévia para todos os procedimentos odontológicos?

Não. Procedimentos simples como consultas, profilaxia e restaurações geralmente não exigem autorização. Já tratamentos de maior complexidade, como ortodontia, próteses e implantes, costumam exigir senha prévia. Consulte a tabela de procedimentos da operadora para saber quais exigem autorização.

Perguntas frequentes

Qual o prazo para enviar as guias TISS para o convênio odontológico?

O prazo varia por operadora, geralmente entre o dia 5 e o dia 15 do mês seguinte ao atendimento. Consulte o contrato ou o manual do prestador de cada convênio e mantenha uma tabela atualizada com as datas de corte.

Como saber se a guia TISS está preenchida corretamente?

Confira os 10 pontos do checklist: número da carteirinha, nome do beneficiário, data de nascimento, elegibilidade, código TUSS, data do atendimento, autorização prévia, CRO do profissional, documentos anexos e assinatura do paciente. Se todos estiverem corretos, a guia está pronta para o lote.

O que fazer quando o convênio atrasa o pagamento das guias?

Consulte o status do lote no portal da operadora, identifique o motivo do atraso, abra solicitação com protocolo e documente tudo. Se o prazo legal for descumprido, registre reclamação na ANS.

Quais os erros mais comuns que causam glosa em odontologia?

Elegibilidade vencida, falta de autorização prévia, código TUSS errado, dados incompletos, falta de documentação, duplicidade de cobrança, prazo de envio excedido e incompatibilidade entre procedimento e diagnóstico.

Como fazer recurso de glosa junto à operadora?

Identifique o motivo da glosa, reúna documentos de suporte (prontuário, radiografias, guia original), redija justificativa técnica objetiva e envie pelo canal indicado pela operadora dentro do prazo, geralmente de 30 a 60 dias.

Preciso de autorização prévia para todos os procedimentos odontológicos?

Não. Procedimentos simples como consultas, profilaxia e restaurações geralmente não exigem autorização. Já tratamentos de maior complexidade, como ortodontia, próteses e implantes, costumam exigir senha prévia. Consulte a tabela de procedimentos da operadora para saber quais exigem autorização.

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